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Início » O que autópsia revela sobre morte de Juliana Marins em vulcão na Indonésia
Internacional

O que autópsia revela sobre morte de Juliana Marins em vulcão na Indonésia

Redação Manchete
Última atualização: 30/06/2025 11:24
Por Redação Manchete 14 Min de Leitura
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Um trauma contundente, resultando em danos a órgãos internos e hemorragia, foi a causa da morte de Juliana Marins, a alpinista brasileira que escorregou e caiu enquanto escalava o Monte Rinjani, o segundo vulcão mais alto da Indonésia, segundo autópsia divulgada nesta sexta-feira (27/06) por autoridades na Indonésia.

“Encontramos arranhões e escoriações, bem como fraturas no tórax, ombro, coluna e coxa. Essas fraturas ósseas causaram danos a órgãos internos e sangramento”, disse o especialista forense Ida Bagus Alit à imprensa na sexta-feira.

“A vítima sofreu ferimentos devido à violência e fraturas em diversas partes do corpo. A principal causa de morte foram ferimentos na caixa torácica e nas costas”, disse o médico.

O corpo da jovem chegou ao Hospital Bali Mandara, em Bali, por volta das 11h35 (horário de Brasília) da quinta-feira (26/06) para autópsia. Foi levado do Hospital Bhayangkara, na província onde o vulcão está localizado, de ambulância, já que não há peritos na província.

A autópsia foi realizada na noite de quinta-feira. Alit também afirmou que não havia evidências que sugerissem que a morte tivesse ocorrido muito tempo após os ferimentos.

“Por exemplo, havia um ferimento na cabeça, mas nenhum sinal de hérnia cerebral. A hérnia cerebral geralmente ocorre de várias horas a vários dias após o trauma. Da mesma forma, no tórax e no abdômen, houve sangramento significativo, mas nenhum órgão apresentou sinais de retração que indicassem sangramento lento. Isso sugere que a morte ocorreu logo após os ferimentos”, explicou.

A partir dos resultados da autópsia, ele estima que a morte de Juliana ocorreu em torno de 20 minutos após ela sofrer os ferimentos.

Mas observou que é difícil determinar a hora exata da morte devido a vários fatores, incluindo a transferência do corpo da Ilha de Lombok, onde se localiza o Monte Rinjani, para Bali dentro de um freezer — uma viagem que levou várias horas.

“No entanto, com base em sinais observáveis, estima-se que a morte tenha ocorrido logo após os ferimentos”, disse ele.

Ele acrescentou que não havia sinais de hipotermia, pois não havia ferimentos tipicamente associados à condição, como lesões nas pontas dos dedos.

Juliana Marins caiu no sábado (21/06) e seu corpo foi recuperado na quarta-feira (25/06), após os esforços de busca e resgate terem sido prejudicados pelo mau tempo e pelo terreno acidentado.

Embora vários excursionistas tenham morrido no Monte Rinjani nos últimos anos, a morte de Juliana recebeu a maior atenção, tanto no Brasil quanto na Indonésia.

Usuários de redes sociais brasileiros criticaram a operação de busca e resgate por serem muito lentas, enquanto a família de Juliana declarou nas redes que sua morte foi resultado de negligência e que planejam entrar com uma ação judicial.

Internautas brasileiros encheram as contas do Instagram da Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia (Basarnas) e do presidente do país, Prabowo Subianto, de comentários criticando o resgate fracassado de Juliana Marins — a brasileira que morreu após cair enquanto percorria uma trilha em um vulcão no fim de semana.

Autoridades no Brasil se comprometeram a arcar com os custos do traslado do corpo de Juliana. “Hoje mais cedo conversei com Mariana, irmã de Juliana Marins, e assumimos o compromisso da Prefeitura com o traslado de Juliana da Indonésia para a nossa cidade, onde será velada e sepultada”, escreveu o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PDT), em suas redes sociais, na noite de quarta-feira.

Já o presidente Lula publicou na quinta-feira que determinou ao Ministério das Relações Exteriores “que preste todo o apoio à família, o que inclui o translado do corpo até o Brasil.”

A resposta das autoridades da Indonésia continua sendo criticada por internautas brasileiros: “por que o processo de resgate de Juliana foi lento?”, “por que o helicóptero demorou tanto para ser acionado?”, “Juliana morreu não porque caiu, mas porque ficou lá por muito tempo”.

Após o corpo de Juliana ser encontrado e evacuado, a família da brasileira disse que deve ir à Justiça.

“Juliana sofreu negligência grave por parte da equipe de resgate. Se a equipe de resgate tivesse conseguido salvá-la dentro das sete horas estimadas, Juliana ainda estaria viva”, escreveu a conta do Instagram @resgatejulianamarins, que afirma representar a família.

“Juliana merecia mais! Agora buscaremos justiça para ela, porque é isso que ela merece!”, acrescentou o relato.

A queda
Juliana caiu em um barranco com centenas de metros de profundidade, em direção ao lago Segara Anak, na região do monte Rinjani, por volta das 6h30 do sábado (21/06).

O local exato é no ponto Cemara Nunggal, uma trilha cercada por desfiladeiros que leva ao cume do Rinjani.

Apesar da queda, as autoridades competentes disseram que Juliana ainda estava viva no sábado. Isso está de acordo com imagens de drones e outros vídeos gravados por vários escaladores — que circularam online e foram transmitidos pela mídia brasileira.

Três dias depois, na terça-feira (24/06), a equipe de resgate conseguiu se aproximar de Juliana e declarou a vítima morta. Seu corpo foi resgatado no dia seguinte.

O chefe do Parque Nacional do Monte Rinjani (TNGR), Yarman Wasur, afirmou que o processo de evacuação foi realizado de acordo com os procedimentos padrões ​​e negou as críticas de que o processo tenha sido lento.

“Formamos uma equipe imediatamente. O processo de formar uma equipe, preparar equipamentos e outros itens leva tempo. Esta equipe precisa ser profissional, pois envolve a segurança também da equipe de evacuação.”

Yarman afirmou que dezenas de socorristas foram mobilizados para a evacuação. O número chegou a cerca de 50 pessoas na terça-feira (25/06).

Ele explicou que o clima extremo e a topografia do local foram os maiores obstáculos para a evacuação.

“Rinjani é um local extremo, com topografia extrema, e o clima aqui muda muito o tempo todo. Isso é o que impede que a equipe de evacuação seja otimizada”, disse Yarman.

Da mesma forma, a Basarnas também afirmou em diversas ocasiões que o processo de evacuação foi dificultado por fatores climáticos, de temperatura e de localização extremos.

Yarman explicou que, pelas informações iniciais obtidas, a vítima caiu em um barranco a cerca de 200 metros de profundidade.

No entanto, quando a equipe foi até o local e pilotou o drone, a vítima não estava mais visível no ponto estimado inicialmente.

“Depois que nossa equipe verificou o terreno, descobriu-se que ela não estava mais lá, havia se movido, caído daquele jeito”, disse ele.

Isso, disse Yarman, fez com que a equipe de resgate perdesse o rastro da vítima. “Nossa equipe passou a noite procurando. Ela estava perdida lá.”

Além disso, disse ele, as condições climáticas incertas e a topografia extrema fizeram com que o processo de evacuação demorasse dias.

Acidentes repetidos e escalada difícil
Não é a primeira vez que acontece um acidente como o de Juliana. No ano passado, houve pelo menos dois incidentes parecidos. Em um deles, um cidadão da Malásia morreu.

A falta de acesso de segurança para alpinistas em Rinjani se tornou um ponto de destaque para os internautas.

O experiente alpinista Galih Donikara vê a necessidade de melhorar o acesso seguro para escaladores em Rinjani, especialmente em pontos vulneráveis.

“Se, por exemplo, for um barranco perigoso, deve haver uma cerca, corda ou outra barreira entre os barrancos que seja resistente para os escaladores”, disse Galih.

Além disso, disse Galih, é necessário que os policiais em serviço alertem sobre rotas perigosas. Para isso é preciso que os policiais estejam não apenas no ponto de registro, mas também em cada posto de parada.

“E é preciso elaborar um guia conjunto sobre os procedimentos operacionais padrão (POP) para resgate de emergência, de acordo com o potencial de acidentes em cada local. Todos nós nos reunimos, fazemos simulações conjuntas, treinamos guias e socorristas locais para que esses problemas sejam minimizados”, disse ele.

Da mesma forma, o alpinista sênior Ang Asep Sherpa considera a segurança e a orientação importantes, pois frequentemente os alpinistas, especialmente os iniciantes, ignoram a segurança e a necessidade de preparação física e de equipamento.

“Porque o que eles veem nas redes sociais é apenas a beleza, sem descobrir a preparação. E, agora, os alpinistas, desde que tenham dinheiro, só trazem água potável e sentem que podem escalar. É isso que causa muitos acidentes”, disse ele.

O chefe do parque nacional do monte Rinjani, Yarman Wasur, afirmou que implementou uma série de medidas de segurança, como a instalação de cordas e escadas de segurança em diversos locais vulneráveis.

Além disso, sua equipe também instalou cerca de oito câmeras de vigilância e elaborou procedimentos operacionais padrão.

Os regulamentos mais recentes do parque foram revisados em 24 de março de 2025. As regras tratam de escaladores, organizadores de trilhas, guias, carregadores e reservas de ingressos.

“Um dos procedimentos padrões no monte Rinjani é que seis escaladores externos usem um guia e dois carregadores. E isso foi feito”, disse ele.

Yarman também afirmou que seu grupo providenciou dois postos de emergência no Posto Plawangan 1 e próximo ao lago.

No entanto, afirmou que seu grupo realizará uma avaliação completa após o incidente, desde a instalação de infraestrutura de segurança até o aumento do efetivo em pontos vulneráveis.

O organizador de escaladas no Rinjani, Mustaal, afirmou que o monte tem um nível de escalada difícil, especialmente a trilha até o pico conhecido como Letra E.

Essa trilha tem alguns metros de largura, com um contorno arenoso e rochoso em subida, frequentemente acompanhado de fortes rajadas de vento e tempestades.

“Esta trilha exige alta concentração dos escaladores”, disse Mustaal, que gerencia o serviço de escalada.

Mustaal admitiu que o local onde Juliana caiu era em um terreno muito difícil. “À esquerda, a inclinação é de 45 graus e o barranco desce em linha reta, especialmente à tarde, quando a neblina fica muito escura.”

Além das influências naturais difíceis, ele disse que os acidentes nessa rota geralmente ocorrem porque os alpinistas estão cansados ​​ou tiram fotos que os fazem perder o foco.

Mustaal, que escala o Rinjani desde 2000, disse que a próxima rota é do pico do Rinjani até o lago Segara Anak, que é uma descida.

“Certa vez, trouxe um hóspede da Austrália. Quando ele desceu para o lago, não estava concentrado. Então, ele tropeçou nos próprios pés e caiu. Mas ele sobreviveu porque a queda não foi tão profunda. Esse é um pequeno exemplo”, disse ele.

Apesar de ter uma rota extrema, Mustaal admitiu que não há proibição para escaladores iniciantes chegarem ao pico do Rinjani.

Ele disse que todos podem escalar o monte Rinjani, mas devem seguir as regras estabelecidas, como estar acompanhados por um guia e carregador local, e ser monitorados para garantir uma boa condição física.

O escalador sênior Ang Asep Sherpa também considerou o monte Rinjani como uma rota de escalada bastante difícil, especialmente em direção ao pico.

“Aproximar-se do pico é um terreno arenoso. Subimos dois degraus e descemos um, então exige muita força física e resistência. Além disso, há ventos fortes e penhascos à esquerda e à direita. Um pequeno erro certamente será um problema”, disse ele.

No entanto, segundo ele, se o alpinista tiver muita resistência física e seguir a rota de escalada, “ela será realmente segura”.

“Para alpinistas iniciantes, acho que eles precisam se preparar bem. Eles precisam ter boas habilidades físicas e equipamento adequado.”

Com informações do g1

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