O início do primeiro fim de semana do ano foi marcado por congestionamentos intensos nos principais acessos de Cabo Frio, Arraial do Cabo e São Pedro da Aldeia. Desde a manhã desta sexta-feira (2), motoristas enfrentam longas filas, lentidão extrema e trechos praticamente parados, reflexo do grande volume de veículos circulando na Região dos Lagos.
Na RJ-140, no trevo de acesso a Arraial do Cabo, na altura do bairro São Cristóvão, o trânsito ficou completamente travado. O congestionamento se espalhou e causou reflexos diretos na Avenida América Central, uma das principais vias de Cabo Frio, onde os carros avançam lentamente ou ficam parados por longos períodos. O excesso de veículos é apontado como o principal motivo para o caos viário.
Outro ponto crítico é a Avenida Wilson Mendes, principal acesso à Ponte Márcio Corrêa, que liga o Centro à Praia do Forte. O tráfego segue lento desde o período da manhã, com retenções constantes e motoristas precisando de paciência redobrada.

Em São Pedro da Aldeia, a situação também é de “pé no freio”. A RJ-140, principal ligação com Cabo Frio pela Ponte Wilson Mendes, apresenta congestionamentos ao longo da tarde. Motoristas relatam trânsito parado nas vias de acesso à cidade, sem a presença de agentes de trânsito para organizar o fluxo, apesar do movimento intenso típico de alta temporada.
Condutores afirmam ainda que o número de veículos entrando em São Pedro da Aldeia é maior do que o de carros saindo, o que agrava os engarrafamentos. Sem intervenções no controle do tráfego, filas se formam rapidamente, aumentando o tempo de deslocamento e o estresse de quem precisa circular pela região.
Já no trevo de acesso a Arraial do Cabo, o cenário é descrito como caótico. O entroncamento recebe veículos de diferentes direções, formando um verdadeiro nó no trânsito. Na Avenida América Central, a circulação é mínima, e moradores relatam dificuldades até mesmo para solicitar transporte por aplicativo, já que muitos motoristas evitam a área ou cancelam corridas devido ao congestionamento.
Até o momento, não há registro de acidentes ou bloqueios oficiais que justifiquem a paralisação, nem divulgação de medidas imediatas por parte das autoridades para melhorar a fluidez. A recomendação para quem precisa se deslocar é evitar horários de pico, buscar rotas alternativas e redobrar a atenção ao volante enquanto o fluxo não é normalizado.

