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Início » Funcionários de universidades e institutos federais seguem em greve no Rio após mais de 2 meses
Estado

Funcionários de universidades e institutos federais seguem em greve no Rio após mais de 2 meses

Redação Manchete
Última atualização: 28/05/2024 22:19
Por Redação Manchete 9 Min de Leitura
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Foto: Sintur-RJ
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Em greve há mais de 2 meses, professores e servidores das universidades e institutos federais do Rio permanecem com as atividades paralisadas. Segundo sindicatos dos trabalhadores, continuavam em greve no Rio de Janeiro na tarde desta terça-feira (28): UFRJ, UFRRJ, UFF, IFRJ, UNIRIO e o Colégio Pedro II.

Reajuste salarial e reestruturação de carreira são algumas das reivindicações. Como consequência, estudantes e responsáveis relatam que tem sofrido adiamento de aulas, prejuízo na aprendizagem e evasão de servidores .

As reitorias estão se reunindo com as associações de funcionários para reorganizar o calendário letivo e oferecendo apoio às reivindicações dos sindicatos das categorias.

Enquanto as universidades federais estão em greve desde o dia 11 de março, o Instituto Federal do Rio de Janeiro e Colégio Pedro II estão em greve desde o dia 3 de abril.

Posicionamento das Universidades Federais
UNIRIO – A Reitoria da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) manteve uma série de reuniões na última semana, com os comandos locais de greve (CLGs) dos três segmentos — técnico-administrativo, docente e discente. A decisão foi pela suspensão do calendário acadêmico.

O reitor José da Costa Filho decidiu pela convocação do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) na última segunda-feira (27) a fim de deliberar sobre o calendário.

UFRJ – A instituição informa que servidores técnicos e docentes da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) estão em greve pela recomposição salarial dos servidores Técnico-Administrativos em Educação (TAEs) e pela recomposição do orçamento das universidades.

A greve dos técnicos, que foi deflagrada em 11 de março, já é sentida pela universidade nos mais variados setores administrativos. Já a greve dos docentes, iniciada dia 23 de maio, reflete impacto para as atividades de ensino, pesquisa e extensão.

“Além de ser um direito constitucional, é uma ferramenta de luta da categoria pela valorização do trabalho docente e de defesa da universidade pública, por meio de propostas de recomposição salarial e reestruturação da carreira, mas também das exigências de recomposição do orçamento das universidades e todas as ações correlatas”, diz a nota oficial.

IFRJ – O Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ) assegura que, assim que a greve for encerrada, será alinhada a retomada dos calendários acadêmicos com a garantia da reposição de todo o conteúdo acadêmico dos cursos ministrados em nossas 15 unidades.

UFF – A Administração Central da Universidade Federal Fluminense (UFF) reforça o respeito aos movimentos grevistas, em especial à luta por melhores salários e pela garantia de condições financeiras necessárias ao pleno funcionamento da universidade. Ratifica, ainda, que é inadmissível qualquer tentativa de impedir a livre circulação nos campi de professores, técnicos administrativos e estudantes que não aderiram à greve.

A universidade disse que qualquer alteração no calendário letivo, como ampliação dos dias de aula, ajustes ou flexibilização, é uma atribuição exclusiva do Conselho de Ensino e Pesquisa (Cepex) e será considerada em caso de necessidade.

UFRJ – A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) não se pronunciou, alegando que os servidores de cargos técnico-administrativos em educação estão em greve.

O que dizem os sindicatos

SINTUFRJ (UFRJ) – O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação da UFRJ (SINTUFRJ) informou que a greve continua. Na última segunda-feira (27), os servidores técnico-administrativos em educação da UFRJ tiveram nova assembleia, às 14h, para avaliação e definição dos rumos da greve.

Confira as reivindicações:

Recomposição de perdas salariais acumuladas desde 2010 — mais de 50% segundo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA);
Reestruturação Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE);
Recompor orçamento das instituições federais de ensino, que sofreu cortes desde 2013 e ficou congelado nos anos de governo de Temer e Bolsonaro, segundo a SINTUFRJ.

Sintuff (UFF) – O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da UFF (Sintuff) disse em nota que a forma como o governo está conduzindo as negociações aumenta o abismo entre as categorias remuneradas e menos remuneradas.

Confira as reivindicações:

Reajuste salarial, com recomposição de perdas salariais que ultrapassam 53% após vários anos de congelamento;
Reestruturação da carreira;
Recomposição orçamentárias das universidades.

Sintur-RJ (UFRRJ) – Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da UFRRJ (Sintur-RJ), os técnico-administrativos continuam em greve já que a proposta apresentada pelo Governo não atendeu as demandas de reestruturação da carreira e recomposição salarial.

“Por isto mantemos a greve e apresentaremos uma contraproposta. Na terça (28), faremos uma panfletagem na entrada da Universidade para informar da continuidade da nossa greve. Estamos em diálogo com os professores para fazer junto esta atividade”, informou Ivanilda Reis, coordenadora-geral do Sintur-RJ e da FASUBRA (Federação dos Sindicatos das Instituições Federais de Ensino do Brasil).

SINTIFRJ (IFRJ) – O Sindicato dos Trabalhadores do Instituto Federal do Rio de Janeiro (SINTIFRJ) afirma que o segmento de trabalhadores(as) vem numa crescente mobilização pela reestruturação e a valorização da carreira desde 2023.

Para o SINTIFRJ, a categoria representa um dos piores rendimentos de todo o serviço público federal, sendo assim um dos fatores decisivos para a deflagração da greve que tem caráter nacional e unificado.

Confira as reivindicações:

Reestruturação de carreira para técnicos e para docentes;
Recomposição salarial com reposição de perdas inflacionária sobre os salários de servidores técnicos e docentes (técnicos, 2017-2024, docentes, 2019-2024);
Recomposição dos orçamentos dos institutos federais que desde 2016 vem sofrendo drásticos cortes ainda que tenham aumentado o número de matrículas e abertos novos cursos e unidades da Rede;
Revogação do Novo Ensino Médio;
“Revogaço”: Revogação de uma série de normas infralegais (portarias, decretos e etc) aprovadas nos governos Temer e Bolsonaro que prejudicam a Educação Federal como é o caso da portaria 983/2020 e da Instrução Normativa 49/2023 (que alterou a IN 54/2021 do governo Bolsonaro) que fere o direito constitucional à greve.

Asunirio (UNIRIO) – Rodrigo Ribeiro, coordenador-geral da Associação dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Asunirio), enfatizou sobre a importância da greve. Segundo ele, os técnicos têm o menor piso do governo federal, significando que muitos profissionais estão em situação de insegurança alimentar.

“Cada vez mais a nossa greve se justifica mais porque hoje a gente está fazendo greve para trabalhar e atender melhor. Sem a recomposição, a gente vai continuar tendo — como tem hoje — banheiros sem privadas, falta papel higiênico, falta detergente nos banheiros… a questão da assistência estudantil está cada vez pior, o estudante não consegue se manter na universidade. Hoje a garantia do estudante é sobreviver”, disse Rodrigo Ribeiro, coordenador-geral a Associação dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Asunirio).

O atendimento do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle também está sendo prejudicado pela paralisação com a suspensão das cirurgias agendadas pela ausência de servidores.

Confira as reivindicações:

Recomposição da receita da universidade;
Recomposição das perdas inflacionárias;
Reestruturação da carreira (que é de 2005 e que contém diversos cargos extintos).

Com informações do g1.

Foto: Sintur-RJ

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