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Cidades

Família acusa negligência após morte de bebê em hospital em São Pedro da Aldeia

Redação Manchete
Última atualização: 11/08/2025 10:58
Por Redação Manchete 12 Min de Leitura
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A bebê Joana Garcia Campos, de 1 ano e 11 meses, morreu na madrugada do último dia 28 após ser transferida da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Pediátrica de São Pedro da Aldeia para o Hospital Pediátrico Lagos (HP Lagos). A família acusa negligência no atendimento inicial, e o caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

Joana estava com a família, que mora em Tomás Coelho, na Zona Norte do Rio de Janeiro, passando férias escolares na casa da avó em Unamar, em Cabo Frio.

No dia 24 de julho, Joana e a irmã gêmea tiveram sintomas de uma virose. De acordo com a mãe das meninas, Christinny Garcia, ela procurou uma unidade de saúde para levar as filhas e optou pela UPA de São Pedro da Aldeia.

“A Joana e a irmã apresentaram um sintoma leve de virose. Como elas entraram na escola agora, era uma coisa normal. Mas apareceu um caroço no lado esquerdo do pescoço da Jojô. Por conta disso, olhei uma UPA com atendimento a crianças. Então, no dia 24 fomos lá”, contou Christinny ao g1.

“Fizeram exames nas duas, e a Joana ainda tirou sangue. O laudo apontou uma alteração de virose. A médica receitou uns remédios, disse que Jojô ainda poderia ter uma febre ou dor de garganta e nos mandou para casa. No sábado (26), Jojô piorou, e no domingo (27) eu voltei com ela para a UPA”, narrou.

De acordo com a mãe, um dos médicos disse que Joana “provavelmente” estava com virose e com catarro. Para aliviar a respiração, ela passaria por uma nebulização e por uma lavagem nasal simples.

Jojô foi preparada para a nebulização, mas, segundo a mãe da menina, “colocaram uma medicação na veia” da criança. Tão logo posicionaram a máscara na criança, Jojô “ficou molenga”, lembrou Christinny.

“Quando eu perguntei o que estava acontecendo, a enfermeira disse que era porque a Jojô estava desidratada. Essa enfermeira então sai da sala de repente e volta correndo, pega a minha filha e leva para a Sala Vermelha. Lá, começam a fazer vários procedimentos. Não sei o que aconteceu: todos os médicos vão para a sala e começam a pedir remédios. Gritavam de volta que não tinham. Na 6ª tentativa, um deles disse que era ‘para pegar aquele mesmo’. Em seguida, me tiraram da sala”, recordou.

“Eu vi a minha filha se debatendo, fraca, revirando os olhos. Colocam algo na veia dela, e é a última vez que vejo a minha filha viva. Ela apaga, e tentam entubá-la”.
De acordo com Christinny, algum tempo depois uma assistente social chega e informa que a filha havia sofrido várias paradas cardiorespiratórias, e uma delas durou 25 minutos. A profissional disse ainda que Jojô teria de ser transferida para o HP Lagos, uma unidade privada que tem convênio com a Prefeitura de São Pedro da Aldeia.

Lá, segundo a mãe da menina, Jojô teve uma outra parada cardíaca e foi entubada.

“A pediatra da Jojô conseguiu falar com os médicos do HP Lagos, e eles disseram que minha filha chegou em estado grave, não foi entubada na UPA e passou mal após receber alguma medicação lá.”

Christinny relatou ao g1 que o pai da bebê voltou à UPA para esclarecer que remédio foi ministrado. Falaram de um fármaco para asma, pneumonia e bronquite.

Ainda de acordo com a mãe da criança, o HP Lagos avisou que Jojô, caso sobrevivesse às paradas cardíacas, teria sequelas. Além disso, o pulmão da menina já estava comprometido.

“Na UPA o médico disse que não tinha nada no raio-x. Lá no outro hospital, estava totalmente diferente”, destacou.

Joana morreu na madrugada de segunda (28).

Luta para conseguir laudo
De acordo com Christinny, após a morte da filha, uma médica lhe disse para não aceitar a certidão de óbito do hospital e para pedir que o corpo fosse encaminhado para o Instituto Médico-Legal (IML) de Cabo Frio.

“Horas depois, a assistente social e uma médica nos disseram que a Jojô teve ‘uma sepse generalizada’ e que ‘foi uma fatalidade’. Um ‘caso raro’, mas que ‘é normal acontecer’. E nos desencorajaram a levar o corpo para o IML. Se a gente quisesse que isso fosse feito, teríamos que ir para a delegacia”, relatou a mulher.

Policial não quis fazer o registro, diz família
Na 125ª DP (São Pedro da Aldeia), segundo Christinny, um policial se recusou a registrar o caso e disse apenas que ela deveria buscar auxílio da Defensoria Pública do Estado.

“Na tarde da segunda, fomos à Defensoria, onde nos atenderam muito bem, e o defensor expediu 3 ofícios: para o hospital dar a declaração de óbito e mandar o corpo para o IML; para a UPA de São Pedro liberar o laudo; e para que a Polícia Civil investigasse o caso. Só assim, depois de muita luta, a polícia registrou o boletim de ocorrência.”

A dificuldade, agora, é esclarecer a causa da morte de Jojô. O atestado de óbito do HP Lagos indica choque cardiogênico/séptico e sepse pulmonar.

“No IML falaram que já coletaram o material para o exame, mas, como não pediram nada, o pessoal do Rio não foi buscar”, prosseguiu.

“O IML fala que não pode liberar porque é morte suspeita. Queremos cremá-la e não podemos. Querem que a enterremos lá em São Pedro [para uma possível exumação].”

Impasse na liberação do corpo
Nesta terça-feira (5), a família foi até a 125ª DP para conversar com o delegado responsável pelo caso. No local, eles descobriram que o Hospital HP Lagos havia enviado à polícia o prontuário de outra criança por engano.

Ainda segundo os pais de Jojô, após uma conversa com os investigadores, o delegado chegou a autorizar a liberação do corpo.

No entanto, quando a funerária já estava com o corpo, saindo do IML, o delegado voltou atrás e negou a liberação. De acordo com os pais, a funerária teria dito que a Polícia Civil só vai liberar o corpo mediante decisão judicial.

“Um policial ligou para o IML autorizando a liberação. Depois de tantos dias, eu cheguei a ficar feliz, porque finalmente iríamos realizar o ritual de despedida da minha filha. Fomos ao cartório, acionamos a funerária e, quando tudo já estava pronto, recebemos um retorno da funerária dizendo que não haveria liberação do corpo, e que isso só aconteceria com um alvará judicial. Agora, estamos correndo contra o tempo”, contou Christinny.

Joana faria 2 anos nesta quinta-feira (7).

O que dizem os citados
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, a direção da UPA São Pedro da Aldeia informou que no dia 24 de julho, a paciente deu entrada na unidade com sintomas gripais, foi atendida pela equipe multidisciplinar, submetida a exames laboratoriais, sem a necessidade de suporte ventilatório. Após avaliação dos exames e medicação, a paciente foi liberada com indicação de retorno imediato à unidade, em caso de agravamento do caso.

Ainda de acordo com a secretaria, “em 27/07, a paciente retornou à unidade com piora do quadro respiratório, evoluindo para bronquiolite. Ela passou por novos exames laboratoriais e Raio-x, que mostraram a necessidade de internação. A vaga de CTI foi solicitada, a menina foi colocada em suporte respiratório e transferida no mesmo dia para acompanhamento em unidade de terapia intensiva.”

A secretaria disse ainda que “lamenta profundamente a perda da pequena Joana, reforça que a unidade está à disposição para prestar esclarecimentos detalhados à família e reafirma seu compromisso com a assistência qualificada e humanizada aos pacientes que acessam a rede estadual de saúde.”

A SES não informou se vai abrir uma sindicância para apurar a denúncia da família e não comentou a falta de medicamentos na unidade.

O HP Lagos informou que a bebê chegou já unidade seu quadro clínico era de sepse pulmonar e choque séptico. Ainda segundo o comunicado, Joana já estava em parada cardiorrespiratória.

A unidade informou ainda que “houve reanimação com massagem cardíaca, adrenalina, intubação orotraqueal e mantido em ventilação mecânica em altos parâmetros”. No entanto, a menina não resistiu.

Ainda segundo o HP Lagos, “a declaração de óbito foi emitida no ato e ficou à disposição da família. Entretanto, a família solicitou remoção do corpo para o IML, que orientou que eles deveriam registrar ocorrência na DP para conseguir este encaminhamento. A assistente social conversou com a família sobre a orientação recebida, e ficou a disposição até a efetiva liberação do corpo”.

A reportagem questionou o hospital se haveria uma investigação interna para analisar possível erro médico. A unidade de saúde disse que “não há motivos para tal”.

“A família da criança contesta o atendimento realizado pelo primeiro hospital. Não foi identificada qualquer conduta por parte do HPL que necessitasse de sindicância.”

Mesmo com um ofício da Defensoria Pública do Estado exigindo a abertura de uma investigação para averiguar a morte da criança, e constando no inquérito que a investigação só foi aberta a pedido do defensor público, a assessoria de imprensa da Polícia Civil disse que “não procede a informação sobre a negativa para a confecção do registro de ocorrência”.

Em relação ao exame no corpo, a nota da Civil afirmou que “a necropsia foi realizada pelo Serviço Médico Legal do Posto Regional de Polícia Técnico-Científica (PRPTC) de Cabo Frio e apresentou resultado não conclusivo. Desta forma, foi solicitado exame complementar ao Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto (IMLAP), que será realizado ainda esta semana. O laudo final será anexado ao inquérito.”

Por fim, o órgão disse que “a investigação não está parada e segue os trâmites necessários para auxiliar na apuração de todos os fatos. Diligências continuam para esclarecer o caso.”

Com informações do g1

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