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Estado

Mortes violentas de agentes de segurança disparam no RJ, e estado registra metade dos casos do Brasil em 2025

Redação Manchete
Última atualização: 09/06/2025 13:30
Por Redação Manchete 11 Min de Leitura
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As mortes violentas de agentes de segurança pública, como policiais, bombeiros e agentes penitenciários, dobraram no Rio de Janeiro nos quatro primeiros meses de 2025 quando comparadas com o mesmo período de 2024. Foram 37 mortes registradas entre janeiro e abril (dado mais recente disponível), contra 18 no ano anterior.

Questionado pelo g1, o governo de Cláudio Castro (PL-RJ) culpou o aviso prévio para operações em favelas para a alta nos números. Especialistas criticam a justificativa do governo. Leia mais abaixo.

As 37 mortes representam mais da metade (52%) das 71 registradas em todo o país em 2025, segundo dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), do Ministério da Justiça, que compila os dados enviados pelos estados.

É a primeira vez, desde do início da série histórica em 2015, que mais da metade das mortes de agentes se concentra no Rio. Em 2024, essas mortes no estado representavam 26% dos crimes cometidos contra profissionais de segurança no país.

A alta no Rio de Janeiro interrompe a tendência de queda na estatística nacional. Ao contar os outros 25 estados e o Distrito Federal, houve queda de 35% nas mortes de agentes de segurança de janeiro a abril: de 52, em 2024, para 34, em 2025. Com o Rio, o Brasil teve alta de 70 para 71.

Mortes de agentes de segurança (janeiro a abril)

Ano Brasil RJ Percentual RJ
2025 71 37 52%
2024 70 18 26%
2023 70 27 39%
2022 73 11 15%
2021 68 17 25%
2020 81 21 26%
2019 72 22 31%
2018 139 44 32%
2017 151 50 33%
2016 106 33 31%
2015 92 39 43%
Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

Governo Castro culpa ADPF das favelas
Questionada pela reportagem, a Secretaria de Estado de Segurança Pública do Rio de Janeiro (Sesp) do governo Cláudio Castro (PL) disse lamentar as mortes de policiais ocorridas durante as operações realizadas no estado e culpou a ADPF das Favelas pela alta nos números. O g1 pediu o detalhamento das mortes ao governo fluminense, mas não recebeu as informações.

📝O que é a ADPF das Favelas? A Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 635, a ADPF das Favelas, foi uma determinação de 2020 do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que as polícias justificassem a “excepcionalidade” para realizar uma operação policial numa favela durante a pandemia de Covid-19. Toda incursão deveria ser informada ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ). Em abril deste ano, o STF redefiniu estas diretrizes e o governador Cláudio Castro comemorou a retomada de operações como “vitória da segurança”.

“Com a retomada ostensiva das ações policiais em áreas que, por muito tempo, permaneceram sem a presença do Estado, os confrontos armados acabam se intensificando, sendo as mortes uma consequência dolorosa da dedicação e do compromisso dos agentes de segurança em proteger a população fluminense”, diz a Sesp, sobre as mortes de agentes de segurança.
Especialistas criticam justificativa do governo
Professora do departamento de Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense (UFF), Jacqueline Muniz considera como “bobagem e jogo retórico” culpar a ADPF pelo aumento das mortes. A especialista foi responsável por criar na década de 1990 o Instituto de Segurança Pública (ISP), do governo fluminense, que capta e calcula os indicadores do estado.

“O que a ADPF fez foi pedir para a polícia voltar a ser polícia, deixar de ser polícia ostentação. O trabalho de polícia pressupõe dimensões básicas, entre elas as estratégias de operações. Não é a ADPF, é uma leitura tosca, ideológica e sem fundamento técnico”, avalia Muniz.
Segundo a doutora em segurança pública Jacqueline Muniz, existe uma “perda da credibilidade e da confiança” da população nas polícias, o que faz multiplicar os abusos de autoridade e desacatos, além da resistência armada e desarmada da sociedade. As mortes cometidas por policiais também subiram (veja abaixo na reportagem).

“Você não confia que a polícia vai chegar e vai resolver o problema, entendeu? Você acha que vai ter um forjado, uma Troia (simulação de que a pessoa cometeu um crime). Por isso que no Rio de Janeiro não há rendição, todo mundo chama a polícia para o braço. É o bandido caindo atirando e o policial caindo atirando”, diz.

José Vicente Filho, ex-secretário nacional de Segurança Pública, classificou o número de agentes mortos como um “descalabro”, e que é um resultado da gestão “calamitosa” da segurança no Estado.

“Eu não vejo isso como um empoderamento das facções em uma reação mais agressiva contra a polícia, vejo isso como um reflexo da má gestão das polícias do Rio de Janeiro. Esse estímulo ao confronto, que não é precedido por uma inteligência competente para reduzir os perigos das ações”.
Vicente Filho afirmou que algumas medidas podem ser tomadas para diminuir a mortalidade de agentes de segurança, e que a proteção do policial é fundamental.

“Treinamento para os policiais em relação às medidas de segurança, em serviço e fora do serviço. E é necessário examinar cada caso com o máximo de detalhes, até para saber se existe uma disposição de grupos criminosos de atirar à toa nesses agentes. E policiais que se sentem ameaçados também podem pedir para ser removidos. Um agente morto é muita coisa. 38 é uma tragédia”.

Sobem mortes de policiais civis e penais
O crescimento de mortes de agentes de segurança pública no Rio de Janeiro ocorreu, principalmente, entre policiais civis (de nenhum, no ano passado, para 4 mortos em 2025) e de agentes penitenciários (subiu de 2 crimes para 10 em 2025).

Também aumentaram as mortes de policiais militares (de 9 para 17), enquanto as mortes de bombeiros passaram de 7 para 6.

Das 37 mortes de agentes de segurança no RJ, ao menos 10 ocorreram com agentes em folga, uma delas aconteceu durante uma operação policial e outra enquanto o policial estava em serviço, mas não atuava em uma operação. A reportagem pediu o detalhamento das mortes ao governo, mas não recebeu as informações.

Um dos agentes mortos em folga no início 2025 foi o policial civil João Pedro Marquini, da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), assassinado por criminosos na Grota Funda, em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio. Ele morreu em 30 de março, quando dirigia seu carro e foi abordado por criminosos. A Sesp investiga o caso.

Depois da morte, dois suspeitos de envolvimento no assassinato de Marquini foram mortos em diferentes operações da Polícia Civil.

Sem o RJ, mortes cairiam 35% no país
É a 1ª vez que o estado do Rio de Janeiro responde por mais da metade das mortes de agentes de segurança registradas no país. Comparando o período de janeiro a abril de 2025 com o mesmo intervalo do ano anterior, apenas a Paraíba também apresentou aumento, passando de 1 para 2 mortes.

Ao todo, 10 estados e o DF registraram queda nas mortes de agentes de segurança até abril: BA, CE, DF, MG, MT, PA, PE, PR, RR, SE e SP.
Outros cinco mantiveram a quantidade de mortes ocorridas em 2024: GO, MA, PI, RN e TO.
Já 9 estados não tiveram nenhuma morte: AC, AL, AM, AP, ES, MS, RO, RS e SC.
De acordo com o histórico do Ministério da Justiça, até então o maior percentual de participação do Rio de Janeiro havia sido em 2015, quando o estado respondeu por 43% das mortes de agentes de segurança — 39 das 92 registradas em todo o país. Em média, nos últimos 10 anos, o estado representou 35% das mortes ocorridas no período de janeiro a abril.

Outros índices de mortes violentas sobem no Rio
Além do aumento nas mortes cometidas por policiais e nas mortes de agentes de segurança, o Rio de Janeiro também registrou alta nas mortes violentas — que incluem homicídios, feminicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. É o único estado do país a apresentar crescimento nos três indicadores entre janeiro e abril.

As mortes violentas cresceram 6%: de 1.181, de janeiro a abril de 2024, para 1.254 nos quatro meses iniciais deste ano no RJ. Ao mesmo tempo, o Brasil teve queda de 11% nas mortes violentas em todo país: de 13.387 casos, em 2024, para 11.886, neste ano.

Já as mortes cometidas por policiais subiram 34% neste período no estado: subiram de 212 para 285. Em todo o país, houve queda de 2,5% de 2024 para 2025: de 2.197 para 2.142, redução absoluta de 55 casos. O número é o menor desde 2022, quando 2.116 pessoas morreram em ações policiais.

A Secretaria de Estado de Segurança Pública do Rio de Janeiro afirmou que “as forças policiais atuam com planejamento e inteligência, porém a opção pelo confronto é do criminoso” ao ser questionada sobre a alta de mortes cometidas por agentes de segurança.

Em relação às mortes violentas, a secretaria afirmou que houve queda em todo período nos homicídios dolosos e latrocínios, e que os feminicídio caíram em abril, pois a pasta “vem adotando estratégias baseadas em inteligência, com reforço do policiamento ostensivo, ações investigativas e uso de tecnologia de ponta”.

Com informações do g1

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